Rock in Rio e AXIA descarbonizam toda a jornada do público, do caminho até a Cidade do Rock ao retorno para casa, ampliando uma iniciativa de compensação de emissões realizada pelo festival desde 2006
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Quando começa a experiência de um festival?
Muito antes da abertura dos portões. Ela começa quando o público sai de casa e continua até o momento do retorno.
Por isso, nossa parceria com o Rock in Rio considera não apenas a operação do evento, mas também o deslocamento do público, dos fornecedores e profissionais envolvidos.
Os números ajudam a visualizar o alcance dessa iniciativa.
100% das emissões estimadas
A compensação vai considerar toda a experiência do festival:
- operação da Cidade do Rock;
- consumo de energia elétrica;
- deslocamento do público;
- mobilidade de fornecedores e profissionais.
Para calcular as emissões de CO₂ geradas pelo deslocamento do público até a Cidade do Rock, os fãs que já possuem ingressos receberão um e-mail marketing com um formulário para informar sua origem e o meio de transporte utilizado.
Durante os sete dias de festival, equipes também realizarão a coleta presencial desses dados, que servirão de base para estimar a pegada de carbono da mobilidade do público.
50 mil toneladas de CO₂
Essa é a estimativa de emissões que serão compensadas, com base nos dados da edição de 2024.
O volume equivale à retirada de:
18.826 carros
a combustível fóssil de circulação durante um ano no Brasil.
Um legado que continua depois do último show
A música termina. O impacto positivo continua.
Nossa contribuição para programas de reflorestamento inclui:
Doação de 15 mil mudas
de espécies nativas brasileiras.
A doação ajudará a compensar o equivalente a 6.328 toneladas de CO₂.
E mais de 1 milhão de sementes
destinadas a ações de recuperação florestal.
Cerca de 900 hectares
com potencial de reflorestamento.
428 mil toneladas de carbono
em potencial de captura da atmosfera, considerando o desenvolvimento das sementes doadas ao longo do tempo.
Energia renovável com origem comprovada
Para neutralizar o consumo de energia elétrica do evento, emitiremos cerca de 4 mil Certificados de Energia Renovável (RECFY), equivalentes a 4 mil MWh. Cada certificado assegura que a energia consumida tem origem em fontes renováveis.
Com registros em blockchain, a tecnologia garante rastreabilidade e transparência sobre os atributos ambientais da energia.
Da Amazônia para novos territórios
As mudas e sementes são provenientes da Ilha de Germoplasma, que faz parte das ações previstas no licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica de Tucuruí, no Pará.
O território reúne:
129 hectares
dedicados à conservação florestal.
Cerca de 100 mil árvores
preservadas em um laboratório natural de conservação.
220 espécies nativas
que contribuem para a proteção e a reprodução da flora brasileira.
Créditos de carbono com credibilidade internacional
A maior parte da compensação, estimada em:
43.672 toneladas de CO₂
será realizada por meio de créditos de carbono provenientes da geração de energia renovável da Usina Hidrelétrica Teles Pires, localizada entre Pará e Mato Grosso.
O projeto é registrado na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima e alinhado ao Protocolo de Quioto.
Números à altura de um grande festival
Cada número representa uma parte dessa jornada.
Juntos, eles mostram como uma experiência da dimensão do Rock in Rio pode mobilizar pessoas, energia e soluções ambientais que permanecem muito depois que a música termina.
Saiba mais sobre a parceria de sustentabilidade entre a AXIA Energia e o Rock in Rio 2026.